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Sábado, 04 de Setembro de 2010

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Copa 2014 - R$ 142bi
Dos 55 setores analisados, o mais beneficiado é a Construção Civil

Os investimentos na Copa do Mundo devem injetar R$ 142,3 bilhões na economia brasileira entre 2010 e 2014, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira (23) pela consultoria Ernst & Young, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Deste total, R$ 22,4 bilhões serão investimentos diretos para garantir a infraestrutura e a organização necessárias para o evento. Ainda serão gastos mais R$ 7 bilhões com despesas operacionais e de visitantes. Outros R$ 112,79 bilhões deverão ser gerados indiretamente por diversos setores da economia. O levantamento também estima a criação de 3,6 milhões de empregos e um impacto de R$ 63,4 bilhões sobre a renda. Já a arrecadação dos cofres públicos deve ter um adicional de R$ 18,1 bilhões. O impacto dos investimentos nestes quatro anos representa o equivalente a 2,17% do Produto Interno Brasileiro (PIB) brasileiro previsto para 2010. Dos 55 setores analisados, o que deve ser mais beneficiado pela Copa do Mundo é o da construção civil, cujo aumento de produção é estimado em R$ 8,14 bilhões. O estudo aponta para avanços em outros 24 setores, entre eles os de serviços prestados às empresas (cerca de R$ 7 bilhões adicionais), hotelaria (cerca de R$ 3 bilhões adicionais) e alimentos e bebidas (cerca de R$ 2,5 bilhões a mais). Os aportes nas 12 cidades sede em projetos de infraestrutura deverão chegar a R$ 14,5 bilhões. De acordo com José Carlos Pinto, sócio da consultoria, já há empresas de outros países interessadas em investir no Brasil, devido à Copa. "Os retornos desses investimentos costumam ser bastante atrativos", disse o executivo, sem no entanto revelar números. Os realizadores do estudo acreditam que, mesmo com possíveis oscilações da economia nos próximos quatro anos, os investimentos devem se manter consistentes. "Praticamente metade dos investimentos diretos (42%) são gastos públicos ligados ao cronograma da Copa do Mundo", explicou Fernando Blumenschein, coordenador de projetos da FGV. "A outra parte (58%) são investimentos privados, mas que têm um retorno bastante significativo, mesmo com mudanças na economia." Fonte: G1 - Globo.com

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Vale fecha acordos
Preços subiram cerca de 100%; revisão será trimestral

SÃO PAULO - Depois de muita briga, a Vale concluiu a negociação para reajuste do preço do minério de ferro com todos os clientes, dentro e fora do Brasil. Mesmo as grandes siderúrgicas da Europa e da China, que acusaram a mineradora de abuso de poder econômico, aceitaram o aumento de cerca de 100% para todo minério comprado por elas desde o primeiro dia de abril. E, a partir de agora, esses preços serão revisados a cada três meses. "O primeiro realinhamento, em 1.º de julho, já será automático", afirma José Carlos Martins, diretor executivo da Vale. As revisões trimestrais serão definidas pela média dos preços dos três meses anteriores, no mercado à vista. Mas a mineradora e seus clientes acertaram a criação de uma banda de flutuação de 5% para o preço. Se, ao final dos três meses, a cotação do minério subir ou diminuir dentro dessa banda, o preço não muda. Segundo fontes do mercado, a Vale estaria cobrando de US$ 110 a US$ 115 por tonelada de minério de ferro, enquanto o preço no mercado à vista está na casa dos US$ 180. A próxima média, portanto, tende a ser maior. Martins não confirma os preços cobrados pela Vale, mas admite que eles poderão subir. "Pode ser. Vai depender da média até lá. Mas, se a cotação no mercado à vista baixar, nossos preços baixam junto." De acordo com o executivo da Vale, algumas negociações foram fechadas com contrato assinado. Outras, principalmente, com os produtores chineses, foram feitos de maneira informal. "Eles não colocaram nada no papel. Apenas pagam o novo preço e pronto", diz Martins. Além disso, o reajuste para os fabricantes europeus foi um pouco menor que para os asiáticos. "Essa negociação foi muito difícil no começo, por causa do salto nos preços", afirma o diretor da Vale. "O problema é que o preço antigo era irreal, foi decidido em meio à pior crise desde 1929, e a recomposição de um valor mais justo exigia esse salto no preço." Ainda existe uma única pendência, segundo o executivo. Mas ela se refere a um acerto de contas referente ao começo do ano com uma grande siderúrgica da Europa (o nome ele não quis dizer), cujo contrato venceu em janeiro, e não em abril, como na maioria dos casos. De acordo com Martins, a Vale pretende que essa empresa pague o reajuste desde janeiro, quando terminou o contrato antigo, mas ela quer pagar o preço novo apenas a partir de abril. Apesar disso, as novas compras dessa siderúrgica já foram feitas com base no novo valor. Jogo de cena O novo sistema de venda de minério de ferro da Vale acaba com um modelo que vigorou nos últimos 40 anos. Até o ano passado, as grandes mineradoras – a Vale e as australianas BHP Billiton e Rio Tinto – negociavam o preço todo começo de ano com as siderúrgicas e esse valor vigorava pelos doze meses seguintes. Com a crise global de 2008, a demanda por aço caiu, as vendas das siderúrgicas encalharam e elas romperam seus contratos com as mineradoras. No caso da Vale, as siderúrgicas deixaram de pagar o valor do contrato e exigiram as cotações do mercado à vista, que eram mais baixas. Quando o mercado virou e os preços no mercado à vista dispararam, foram as mineradoras que se recusaram a abandonar essa referência. As siderúrgicas acusaram as mineradoras de abuso de poder econômico e prática de cartel. Os grupos europeus chegaram a protocolar queixas na Comissão Europeia e entidades chinesas do setor siderúrgico ameaçaram as mineradoras com um boicote. A própria Vale, por sua vez, acusou os produtores de aço da Europa de agir de maneira orquestrada e ilegal para mantê-la em desvantagem na negociação de preços. Tudo jogo de cena. Os novos preços já estão em vigor e ninguém mais reclama. Fonte: Economia & Negócios - Estadão.com

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Condor 1ª do DF
Ranking ABAD 2009/2010 mapeia setor atacadista brasileiro

O levantamento anual, coordenado pela Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (ABAD), representa o maior estudo estatístico do segmento na América Latina. As empresas brasilienses têm até o próximo dia 26 para realizar o preenchimento do questionário Em parceria com o Instituto de Pesquisas ACNielsen e a Fundação Instituto de Administração (FIA), a Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (ABAD) realiza a 17ª edição do Ranking ABAD. A ação tem o objetivo de divulgar a evolução e definir tendências do segmento atacadista brasileiro, de acordo com dados referentes ao último ano. O levantamento, realizado com a participação de atacadistas de todo o país, apresenta, anualmente, o faturamento total do setor, os produtos mais vendidos, e ainda mostra as regiões de maior demanda e os comparativos com os anos anteriores. A ação aponta ainda a representatividade do segmento no cenário político-econômico do país. De acordo com Fábio de Carvalho, presidente do Sindicato do Comércio Atacadista do Distrito Federal (Sindiatacadista/DF), o estudo serve como referência para empresários e diretores de empresas atacadistas acompanharem o crescimento das organizações e compararem com as suas demais concorrentes do mercado. “Por isso, é fundamental que todos os empresários participem. Apenas dessa forma é possível traçar a realidade do mercado”, reforça. “Os números apresentados no levantamento proporcionam o aperfeiçoamento da gestão do negócio, assim como a melhor tomada de decisões gerenciais”, completa. Segundo o Ranking elaborado em 2009, 11 empresas atacadistas do Distrito Federal estavam entre as 364 maiores organizações do setor. Na categoria Distribuição e Entrega, a empresa brasiliense mais bem colocada, Condor Atacadista, conquistou a 43ª posição. Entre as demais empresas selecionadas estão Nova Amazonas, Garra & Fiel Distribuidora, Comercial Alvorada, Toca Comercial, Atlântico Sul Pneus, Da Horta, que ficaram em 61ª, 95ª, 265ª, 284ª, 289ª e 344ª, respectivamente. Já na categoria Balcão, a Comercial Alvorada alcançou a 64ª colocação e a empresa Da Horta conquistou a 96ª. Outra categoria apresentada na pesquisa, Autosserviço, elegeu uma única empresa brasiliense em destaque, a Base Atacadista, que ficou na 11ª posição. A última categoria divide as empresas de acordo com os Estados onde estão localizadas. No DF, onze organizações foram encontradas, entre elas, Condor Atacadista, Nova Amazonas, Base Atacadista, Máxima Exportação e Importação, Garra & Fiel Distribuidora, Rocco Materiais Elétricos, Comercial Alvorada, Atlântico Sul Pneus, Capital Atacadista Ltda. e Da Horta. Neste ano, o Ranking ABAD será publicado em maio, na Revista Distribuição, publicação voltada para assuntos do setor. Os empresários têm até o próximo dia 26 para preencher o formulário. O material pode ser encontrado no site da Abad (www.abad.com.br). O questionário também pode ser adquirido por meio do Sindiatacadista/DF.

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Matriz SIA Trecho 2, lotes 1650/1700 CEP: 71.200-020 - Brasilia/DF
Filial Regional/SP, Rua Vicenti Martini 140, Distrito Industrial, CEP: 13.347.617 Indaiatuba/SP