Fechar Mover
Não lembro minha senha ou login
Não Tenho cadastro
Voltar á Página Inicial
Login: 
Senha: 
Perfil:    
Boa noite, Visitante
Seja Bem-vindo!
Segunda, 08 de Fevereiro de 2010

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Condor no Brasvendas
Um show a parte! Equipe Condor marcando presença.

O Sindiatacadista/DF realizou o 2º Encontro Brasiliense de Vendas - BRASVENDAS, no dia 16 de maio (sábado), cujo tema foi “Transformando crise em oportunidade”. O encontro aconteceu das 8h às 17h40, no auditório do Centro Educacional La Salle, na 906 Sul. Com o objetivo de promover maior integração entre profissionais do comércio brasiliense, o encontro contou com renomados especialistas na área de vendas com intuito de valorizar e capacitar os representantes, proporcionar a troca de experiências entre os participantes, além de estimular novas parcerias entre iniciativas privadas, associações, federações e sindicatos. O Evento contou com a presença do Senador Adelmir Santana, que falou da importância do evento para o setor. Dentre os palestrantes estavam o jornalista Alexandre Garcia fazendo um panorama da crise abordando pontos cultural, político e econômico da nossa conjuntura. Ovacionado, o palestrante mágico Dalmir Sant’anna, despertou a motivação dos participantes fomentando sobre as formas de aumentar a competitividade diante da crise. Luiz Paulo Luppa, o vendedor pit-bul, comentou sobre as dificuldades do mercado e apresentou modelos de comportamentos capazes vencê-las com sucesso. No final do dia, os participantes ainda concorreram a brindes com um pitada de humor com os temas auto-estima e motivação. No ano que completa seus 25 anos e com novo visual de marca nova, a Condor reuniu sua equipe de Vendas e Comercial e deram um show à parte. Com uma equipe consolidada, a Condor lotou o auditório e mais uma vez mostrou-se como uma referencia de motivação e espírito de equipe.

Leia Mais>>
Curso Conectar
A Condor, Fecomércio e Sindiatacadista/DF oferecem curso a clientes

Entre os dias 20 e 24 de julho de 2009, a Condor Atacadista S/A. em parceria com o Instituto Fecomercio e o SINDIATACADISTA/DF, realizou o 1º Curso Conectar: Clientes especiais, no SESC Taguatinga (CNB 12). A iniciativa contou com a presença de clientes especiais e o tema deste primeiro encontro foi a “Automação Comercial”, ministrado pelo Profº Especialista Jean (Instituto Fecomercio). A automação comercial combina equipamentos e sistemas para processar e gerenciar as operações das empresas, estando presente no balcão de vendas, passando pelo controle do estoque até a gestão do caixa. Com tudo isso, as empresas melhoram o atendimento aos clientes, reduzem custos com estoques, aumentam a sua produtividade e lucratividade. Com um alto índice de aprovação o curso auxilia o empresário a compreender as etapas do processo de automação comercial na sua empresa; Identificar os benefícios diretos e indiretos da implantação da automação comercial para o seu negócio; e conhecer diversos mecanismos de automação comercial que se aplicam as suas realidades e necessidades. Além do conhecimento adquirido ao longo do curso, os clientes receberão 04 horas de orientação dirigida gratuitas pelo Instituto Fecomercio, a serem usufruídas nos meses seguintes. Ao término os participantes receberam os certificados e brindes especiais. Participantes: Erika Ribeiro - Paulada Materiais de Construção Ltda. – Ceilândia Nathalia Rios Diniz - Embramar Materiais de Construção ltda. – Vicente Pires Rafael Barroso Soares – Casa das Miudezas – Ceilândia Silvânio – Cema Ferragens Ltda. – Ceilandia Helton John Araújo Duarte – Polar Tintas – Brasília Michelle dos Santos Gava Pereira - KSA Materiais de Construção – Taguatinga Mateus Carvalho Ciqueira - Itajubá Material de Construção Ltda. – Ceilândia

Leia Mais>>
Construção / Projeto
Programas de governo, investimentos estatais e Copa do Mundo transformam setor

A construção civil promete ser o grande motor da economia brasileira nos próximos cinco anos. De olho nas obras da Copa do Mundo, no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida e num ambicioso plano de investimento das estatais Petrobrás e Eletrobrás, o setor já faz planos para iniciar um novo ciclo de crescimento, interrompido pela crise mundial no segundo semestre de 2008. O otimismo tem base nos números bilionários dos projetos, que chegam perto de R$ 500 bilhões. A confiança dos empresários começa a ser renovada com a volta do crédito, embora com taxas ainda salgadas. Entre o quarto trimestre de 2008 e o primeiro deste ano, as empresas foram sufocadas pela falta de dinheiro para poder levantar lançamentos do passado. Outro ponto foi o cancelamento de projetos de expansão da indústria. Tudo isso contribuiu para uma queda de 9,8% da construção civil no primeiro trimestre. Com a volta das ofertas públicas iniciais de ações (IPOs, em inglês) e do crédito no mercado internacional, o setor acredita em dias melhores a partir de agora. A aposta é que o programa habitacional e as obras de infraestrutura priorizadas pelo governo para amenizar os efeitos da crise tenham reflexos positivos a partir deste ano, já que 2010 é ano eleitoral. No caso do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, lançado em março - que prevê subsídios do governo federal -, a expectativa é de aprovar projetos de 600 mil unidades até julho de 2010, num total de R$ 45 bilhões, segundo projeção do presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), Paulo Safady. Até o início do mês, a Caixa já havia recebido das incorporadoras 385 projetos imobiliários (65 mil unidades), mas apenas 40 deles já haviam sido aprovados. Se o governo cumprir o compromisso de reduzir os prazos do processo, o programa poderá alavancar de forma significativa as atividades da construção. "Muitas construtoras, que não estavam nesse mercado, já se interessaram pela demanda potencial. Afinal, o déficit habitacional do País é de 7,2 milhões de unidades",disse o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), Sérgio Watanabe. Segundo ele, o programa poderá suprir o mercado de classe média, se o reaquecimento da economia demorar a ocorrer. A definição das 12 cidades que vão receber os jogos da Copa do Mundo também animou o setor. Embora ainda não haja uma estatística oficial sobre o volume de investimentos, os números que circulam apontam para cifras que vão de R$ 60 bilhões a R$ 100 bilhões. Em paralelo, o governo federal precisará definir todas as obras de infraestrutura exigidas para receber o evento. Só em transporte serão necessários mais de R$ 30 bilhões (sem contar o trem-bala, que custará US$ 14 bilhões), afirma o professor da Fundação Dom Cabral, Paulo Resende. Boa parte dos recursos vai para alternativas para melhorar a mobilidade urbana, como a construção de linhas de metrô, corredores de ônibus e estacionamentos. Outras áreas, como aeroportos, energia elétrica e telecomunicações, terão de ter seus serviços reforçados para evitar um colapso durante o evento. Isso sem contar a ampliação da rede hoteleira.O presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada (Sinicon), Luiz Fernando dos Santos Reis, destaca que, para atender às exigências da Fifa, o governo deverá eleger obras prioritárias para acompanhar e acelerar o processo. "Nem tudo vai sair do papel. Por isso é importante definir projetos essenciais." De qualquer forma, a expectativa é que a Copa impulsione o Produto Interno Bruto (PIB) do País nos próximos anos, como ocorreu em países que já receberam o evento. Na Alemanha, cujos investimentos ficaram em torno de US$ 10 bilhões, o impacto no PIB foi da ordem de 0,5 ponto porcentual. No Brasil, a expectativa é que as obras promovam maior aquecimento da economia, já que as necessidades são bem maiores. Outro dado importante é que, para cada R$ 1 milhão de investimento na construção civil, cria-se 33 empregos diretos e 25 indiretos. "Esse é um tipo de emprego que se reverte quase 100% em consumo, não em poupança. Além disso, a construção civil tem um efeito de arrasto bem maior do que outros setores da economia", diz Paulo Resende. Os especialistas destacam ainda que as estatais foram autorizadas pelo governo federal a ampliar os investimentos para combater a crise. A Eletrobrás anunciou investimentos de R$ 30 bilhões para o período de 2009 a 2012 e a Petrobrás, de US$ 174 bilhões (R$ 348 bilhões) para 2009-2013. No caso da holding de energia, os planos incluem a construção de, pelo menos, seis hidrelétricas e da Usina Nuclear de Angra 3. É preciso ponderar, porém, que as obras nesse setor normalmente sofrem inúmeros atrasos por questões ambientais e disputas judiciais. A Hidrelétrica de Belo Monte, por exemplo, está no plano de investimento da Eletrobrás, mas não consegue nem ter seu estudo de viabilidade por causa de pressões de ambientalistas. Já a metade dos recursos da Petrobrás vai para produção e exploração de petróleo. Na avaliação dos representantes e especialistas do setor, a construção civil deverá ganhar maior participação no PIB a partir do ano que vem - até 2008, a indústria da construção representava 5,1% das riquezas do País. MOTOR DE CRESCIMENTO Obras da Copa do Mundo, programa habitacional e investimento de estatais devem turbinar o setor de construção nos próximos cinco anos Valor estimado de investimentos: mais de R$ 500 bilhões Copa do mundo Evento exigirá investimentos que podem variar entre R$ 60 bilhões e R$ 100 bilhões Principais obras Reforma e construção de estádios Transportes Expansão da rede metroviária Estacionamentos Novos corredores de ônibus Ampliação de aeroportos Trem de alta velocidade Telecomunicações Ampliação e melhora da qualidade dos serviços prestados Energia elétrica Reforço das redes de distribuição de energia e garantia de fornecimento de eletricidade em momentos de consumo de pico durante as partidas Hotéis Expansão da rede hoteleira do País capaz de atender à demanda de turistas que chegarão ao País. A expectativa é receber 500 mil turistas estrangeiros durante a Copa. Cada um deve gastar cerca de US$ 112 por dia Minha casa, minha vida Programa habitacional lançado pelo governo federal em março deste ano prevê investimentos de R$ 60 bilhões em três anos Investimentos das estatais Grupo Eletrobrás e Petrobrás planejam investir R$ 30 bilhões (2009-2012) e R$ 348 bilhões (2009-2013), respectivamente, na construção de hidrelétricas, termoelétricas, refinarias, gasodutos O Estado de S. Paulo - 15/06/2009 Fonte: Resenha Eletrônica - Ministério da Fazenda

Leia Mais>>